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Games | Quantum Break, a novidade do mês

Olá seres viajantes do tempo da internet, hoje o Pipocando nos Games traz a novidade mais aguardada do mês de abril e falaremos sobre Quantum of Solace (piadinha interna), ou melhor, Quantum Break. Então, sem mais delongas, vamos adentrar neste mundo maluco de buracos negros, viagens no tempo e afins.

DE VOLTA DE NOVO… E DE NOVO!

Viagem no tempo sempre foi uma questão no mundo dos games e nos cinemas, pois nem todos são ‘Efeito Borboleta’ ou ‘De Volta para o Futuro’ correto? Nos games, este fator é usado como ferramenta para prolongar a vida do protagonistasem muita explicação e a trama nunca gira em torno da distorção temporal. Mas isso é reformulado e deixado para trás em ‘Quantum Break’, que está sendo muito elogiado e definido como um Third Person Shooter com cérebro.

O game foi desenvolvido pela galera da Remedy Entertainment, que nos trouxe ‘Alan Wake’ e o maior shooter já criado, ou seja, ‘Max Payne’. Como já era de se esperar, eles trabalham o Storytelling na medida certa, com dosagens de ação frenética e sanguinária e gráficos surpreendentes.

Quantum Break

A trama é a seguinte, Paul, interpretado por Aiden Gillen, criou um dispositivo que gera buracos negros localizados, porém, a gravidade ao redor deles é tamanha que, ao se aproximar, a pessoa altera o espaço-tempo e o espaço físico do ambiente, podendo, assim, ir e voltar no tempo e alterar a física da massa ao redor de quem o possui.

Querendo se exibir para seu amigo (o Homem de Gelo dos X-Men Sean Ashmore, que interpreta Jack), Paul pede para que ele use o dispositivo e viaje 2 minutos ao passado, mas antes de fazer isso, sai da máquina o próprio Jack de 2 minutos à frente e isso causa uma ruptura temporal e, como já sabemos, isso não é bom.

Quantum Break

Essa anomalia afeta os dois, que ganham poderes – e clichês à parte, quando dois pólos iguais se aproximam, tendem a repelir-se e começa ali o atrito entre o bem e o mal. Pode até parecer loucura, mas a produtora fez consultoria com físicos e especialistas desta área para conseguir maior veracidade.

A ação é excelente, você se sente dentro de um filme, com todos os detalhes gráficos bem produzidos, cenários sendo danificados, lutas corporais e tiroteios espetaculares.

Jack possui poderes similares ao Eagle Vision de ‘Assassin’s Creed’, que mostra a vulneralibilidade, armas e muito mais dos inimigos, também há o Bullet-Time e o Time Freeze, que congela o tempo e tudo ao seu redor.

Quantum Break

O game é considerado uma inovação no Cover Base (ou murinho, para os íntimos) e nas estratégias de batalha. Os longos cut scenes não afetam o desenrolar do jogo, aliás, muito pelo contrário, te motiva a querer saber mais sobre este sci-fi digno de Philip K. Dick.

Então é isso galera, se você possui um XBox One, tem que ter este jogo exclusivo. O lançamento será no dia 05 de abril e falar mais desse game seria dar grandes spoilers, portanto, corra, compre o seu e uma ótima semana gamística.

Um abraço moreno a todos.

Confira mais em nossa coluna de games!

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Comentários

3 COMMENTS

  • Como negro achei absolutamente desnecessária a piadinha sofre BURACO NEGRO no texto.

    • Victor, o Alessandro Oliveira também é negro e só quis fazer uma brincadeira, o intuito nunca foi ofender ninguém. Mas seu comentário é super válido. Obrigado.

      • Boa tarde

        Agradeço o retorno e isso me faz ser ainda mais fã do ótimo trabalho de vocês.
        Parabéns ao Alessandro pelo ótimo texto e minha colocação (indiferente dele ser negro ou não) é que realmente é desnecessária e fora de contexto a brincadeira. Pois além de tirar o foco do material espetacular criado por ele (pelo menos no meu caso e de alguns amigos que leram, cria uma discussão desnecessária se devemos ou não utilizar a palavra negro no nosso dia a dia.
        Como ele mesmo deve saber e sentir, a palavra afrodescendente não é politicamente correta (ao contrario do que foi dito no texto), pois tenta mudar a forma de se referir a nós (o incluo nessa parte) como negros, que é o que somos e como gostamos de ser chamados.
        Apenas coloquei essa opinião, pois vocês são (ótimos) formadores de opinião, e devemos tentar mudar essa coisa de que não se pode chamar um negro de NEGRO, que é o que somos e assim que queremos ser tratados.

        Grande abraço.

        Muito obrigado novamente e muito sucesso.

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