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Power Rangers, uma sessão nostálgica e divertida

Lembro como se fosse hoje, quando eu e meu irmão pegávamos nossos bonecos dos Power Rangers que viravam a cabeça e ‘morfavam’ e criávamos aventuras que só a mente de uma criança poderia construir. Além de sempre esperarmos por novos episódios do seriado nas manhãs da Rede Globo e de nossa empolgação a cada vez que o Megazord aparecia e resolvia a situação em Alameda dos Anjos.

E o novo filme trata o fã com um respeito impressionante sem esquecer da nova geração, pois além de criar armaduras com uma estética visual que lembram as de Homem de Ferro, ainda têm o cuidado de pontuar os dramas pessoais da melhor maneira possível (uns se desenvolvendo bem, outros nem tanto).

A direção ficou a cargo do desconhecido Dean Israeleti (de ‘Projeto Almanaque’) e assim como em seu projeto anterior, utiliza boas tomadas na hora da ação. Existem três momentos específicos que me impressionaram bastante pela crueza, o primeiro é na cena de abertura e os outros dois envolvem carros e perseguições.

O quinteto encabeçado por Dacre Montgomery (Ranger Vermelho), Naomi Scott (Ranger Rosa), Ludi Lin (Ranger Preto), Becky G (Ranger Amarelo) e RJ Cyler (Ranger Azul) consegue excelente química, assim como Bryan Cranston como Zordon e Elizabeth Banks como Rita Repulsa, uma vilã com ‘V’ maiúsculo que equilibra no ponto certo maldade e breguice.

Mas certos pontos deixam a desejar, como o corte final longo demais, a transformação do Megazord que não é mostrada, o Ranger Preto que fica meio sem função e alguns detalhes nos efeitos especiais que poderiam ser melhorados, principalmente se pensarmos em um orçamento de 105 milhões de dólares.

Pôster do filme

Cinco adolescentes que estudam na mesma escola acabam se deparando com artefatos poderosos que lhes concedem força descomunal. Com a ajuda de Alpha e Zordon, deverão treinar para destruírem uma ameaça que ressuscitou após muito tempo. Com suas armaduras e robôs, terão o embate mortal contra Rita Repulsa e seus bonecos de massa.

‘Power Rangers’ vale a nota 8, pois cumpriu tudo aquilo que havia me prometido, ou seja, ser um filme descompromissado, divertido (talvez seja um dos mais divertidos do ano até o momento) e que remetesse a minha infância. Quando a famosa música tema ‘Go Go Power Rangers’ surge e notamos os zords no mesmo frame lateral que víamos no seriado, além de uma música específica que é de cortar o coração e certas homenagens aos anos 80 e 90, fica difícil não se apegar a este novo quinteto.

Título Original: Power Rangers
Ano Lançamento: 2017 (Estados Unidos)
Dir: Dean Israelite
Elenco: Dacre Montgomery, Naomi Scott, RJ Cyler, Ludi Lin, Becky G, Elizabeth Banks, Bryan Cranston, Bill Hader

ORÇAMENTO: 105 Milhões de Dólares
NOTA: 8,0

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