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O FILHO DE CHUCK

O diretor tem que ser muito bom para mesclar terror e comédia num único filme, pois a facilidade de ter um deslize no decorrer da projeção é grande. ‘Brinquedo Assassino’ apavorou muito gente, mas há tempos perdeu força e hoje (assim como Freddy e Jason) não passa de um fantoche.

Don Mancini, não satisfeito em ter somente Chucky e sua noiva matando os pobres mortais, dá aos bizarros personagens um filho. Das duas uma, ou você ama e ri das piadas e das tiradas do roteiro ou odeia e nem chega ao final. Particularmente, levei numa boa e até me diverti, mas se fosse 10 minutos mais longo não me responsabilizaria por meus atos.

Glen, ófão de Chucky e Tiffany, aproveita a ótima oportunidade de ressuscitar seu pai – o plano fica ainda mais fácil quandro descobre que estão gravando um filme sobre o ‘boneca defunto’. Após a onda de assassinatos, os dois entram em conflito pois Glen não quer seguir o caminho do pai e Tiffany, acaba se deslumbrando pela atriz Jennifer Tilly, que estrela a ‘biografia’ de Chucky.

Tudo muito trash, tudo muito tosco. É uma produção que os críticos torcem o nariz e a galera adora. Para o bem ou para o mal, ‘O Filho de Chucky’ vem para provar que essa família estranha ainda rende bem nas bilheterias.

NOTA: 6,0
ORÇAMENTO: —

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