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O Exorcismo de Emily Rose é um belo terror de tribunal

Baseado na história da alemã Annelise Michel, que faleceu após inúmeros exorcismos mal sucedidos em meados de 1970, O Exorcismo de Emily Rose é outro dos tantos ‘irmãos menores’ de O Exorcista. O diferencial é que o diretor, Scott Derickson, pontua bem a discussão entre o sobrenatural e a ciência.

O Exorcismo de Emily Rose

Há belíssimas locações, bem como, os atores em cena são competentes e seguram muito bem a obra. E aí está a força motriz, já que Laura Linney (Sobre Meninos e Lobos) e Colm Feore (A Outra Face) hipnotizam o espectador. Só não dá para dizer o mesmo de Tom Wilkinson (Conduta de Risco). O ator se esforça, mas tem um personagem clichê.

O cuidado de Derickson em pontuar tanto os momentos dramáticos quanto a tensão nos exorcismos, faz deste um trabalho sucinto. E, enfim, debate o tema sem entrar no campo da pieguice.

Sinopse de O Exorcismo de Emily Rose:

Na década de 70, num dos poucos casos de possessão reconhecidos pela Igreja Católica, um padre é acusado da morte de uma garota de 23 anos. Entra então no caso a advogada Erin Bruner para defendê-lo, mesmo sem acreditar em possessões demoníacas ou coisas similares.

NOTA: 8,0
ORÇAMENTO: 20 Milhões de Dólares

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