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O Cavaleiro do Anoitecer: Crônicas da Escuridão | Entrevista com o autor!

O MEGA CAF 2019 (que junto por volta de 4 mil pessoas no último domingo em Campinas) separou algumas boas surpresas e além de entrevistar Enrique Arce, o Arturo de La Casa de Papel, ainda bati um papo muito agradável com J. Marques, autor da obra O Cavaleiro do Anoitecer: Crônicas da Escuridão, livro de fantasia lançado pela Editora Buriti. Dentre os assuntos comentados, ele falou sobre ser um autor independente e revelou que a saga Crônicas da Escuridão não vai parar por aí!

Confira a entrevista na íntegra logo abaixo!

Cinema e Pipoca: Para começar, nos dê uma breve sinopse deste seu novo livro:

J. Marques: Acompanhamos a princesa Lihriane se envolvendo com um grupo de mercenários que tem o objetivo de reunificar o reino que está dividido entre Norte e Sul. No meio disso, ela conhece melhor os ideais deste grupo e começa a fazer parte deles, deixando de ser uma simples princesa para se tornar uma guerreira. Mas eles acabam descobrindo que existem outras forças por trás desta divisão do Reino.

Este é a sinopse do livro, já nos contos que se passam no mesmo universo, vemos o desenvolvimento do personagem que será o mestre de Lihriane. Mas as histórias são independentes umas das outras e não precisa, necessariamente, ler os contos para entender o romance ou vice versa.

Cinema e Pipoca: Os contos foram publicados antes ou depois do livro?

J. Marques: Foram publicados depois. Muitas pessoas leram o livro para depois lerem os contos e, com isso, elas vão conhecendo mais sobre estes personagens.

O Cavaleiro do Anoitecer

Cinema e Pipoca: Escrever o livro ou os contos, qual foi o mais complexo para você?

J. Marques: Em termos de força de trabalho é mais difícil escrever um livro, porque há a necessidade de criar narrativas, desenvolvimentos muito mais complexos. Mas o conto, por ser uma história mais contida, ele tem uma certa dificuldade, pois o autor têm que fazer a história funcionar naquela medida. O conto não pode deixar pontas soltas… então é diferente. No mundo da literatura encontramos muitos contistas que não são romancistas e muitos romancistas que não são contistas. 

Cinema e Pipoca: Você é um autor independente, correto? 

J. Marques: O Cavaleiro do Anoitecer saiu pela Editora Buriti, mas os contos eu publiquei de forma independente. Eu tenho outros livros que pretendo lançar de maneira independente mesmo, porque há um controle maior sobre todo o processo de desenvolvimento do livro.

O Cavaleiro do Anoitecer

Cinema e Pipoca: E é mais difícil ser independente?

J. Marques: Sim! No sentido financeiro é mais difícil, mas uma coisa que falo é que existem muitas editoras que publicam autores… muitas mesmo! E são verdadeiras guerreiras. No caso da Editora Buriti, o editor é um herói, porque ele edita, é o capista, o revisor, ele faz tudo. Mas a limitação da editora pequena, é que não tem uma penetração nas livrarias, não consegue fazer um trabalho de marketing tão legal, então depende muito do autor. Então já que eu tenho que fazer tudo… melhor ser independente.

A dica que deixo para os novos autores é: se vai buscar uma editora, veja se a ela preencho um dos três requisitos. Ou tem penetração no mercado livreiro, ou faz o trabalho de marketing, ou faz o trabalho de marcar eventos para você. Caso isso ocorra, vale a pena deixar seu projeto lá!

Cinema e Pipoca: Haverão novos livros da saga e outros fora desta saga?

J. Marques: A série As Crônicas da Escuridão terá continuação, mas por enquanto elas só existem no mundo do rascunho. Fora da saga eu tenho outros dois livros de fantasia que quero lançar em breve.

E você, já conhecia O Cavaleiro do Anoitecer: Crônicas da Escuridão? Curtiu o bate papo? Comente com a gente!

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