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Indústria Pornô, uma discussão sempre pertinente

Indústria PornôApós o final do Cine Privê, comentado também num podcast sensacional pela rapazeada do RapaduraCast, resolvi escrever um pouco sobre a Indústria Pornô, este mercado que é tão influente.

Ainda há muito preconceito em relação ao gênero, mas o fato é que 10 entre 10 homens já viram um pornozinho (e as mulheres não ficam atrás! Com o perdão do trocadilho), e já prestaram ‘homenagens’ ao longo de suas tórridas vidas, seja para as loiras Jenna Jameson, Deidre Holland , Tawny Roberts, seja para morenas como Catalina Cruz, Aria Giovanni ou para negras como Angel Kelly ou Havana Ginger. Ninguém reconhece isso, ninguém dá o braço a torcer sobre o tema, mas é a real. E acredito que assim como tantos outros ‘temas tabu’, deveríamos, ao menos, reconhecer isso e respeitar este segmento tão lucrativo (até porque, foi a ‘iniciação’ de vários jovens).

Se num primeiro momento, este gênero era exclusivo para um nicho e feito de forma totalmente caseira, usando locais como bordéis e depois indo para os clubes privados, hoje contam com suas próprias estrelas e tem uma rentabilidade absurdamente grande.

Em meados de 1970, com o fim do Código das Produções e o início das classificações etárias nos filmes, houve um ‘boom’ e começaram a ser exibidos nas chamadas ‘Salas Especiais’. Produções como o cultuado Garganta Profunda fizeram sucesso e, nos anos 80, com a popularização dos vídeo-cassetes, a comodidade e praticidade aumentaram ainda mais e a indústria ganhou novos adeptos.

Hoje, com a propagação dos DVDs e da Internet, o chamado ‘pornô amador’ está em alta. Podemos classificá-los em gêneros como: Hétero, Casal, Gay, Lésbico, Bissexual, Zoofilia, Gonzo e etc. E também em Tipos de Cena: Anal, Orgia, Oral, Dupla Penetração e etc.

No Brasil, a Indústria Pornô vem crescendo gradativamente (antigamente tínhamos a pornochanchada), pelo simples fato da facilidade, como já foi dito anteriormente, e também por causa das boas repercussões de filmes com Alexandre Frota ou Rita Cadillac. Daí para frente, nome como Vivi Fernandes, Júlia Paes e até Gretchen, tiveram suas ‘obras’ em DVD.

Números Interessantes:
– Em todo mundo a pornografia gera ganho de 97 milhões de dólares (28% China, 27% Coréia do Sul, 21% Japão, 14% EUA);

– Estados Unidos gasta 13.600 milhões de dólares em pornô;

– San Fernando Valley (ao sul da Califórnia) produz 90% de todos os filmes pornográficas e estreia 20 mil filmes para adultos ao ano;

– Uma estrela pornô feminina pode ganhar em qualquer lugar de 100 mil a 250 mil dólares ao ano;

– Em média uma ator pornô pode ganhar até 40 mil anuais;

– 15 novos casos de DSTs de atores e atrizes pornô são reportados a cada semana.

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Comentários

2 COMMENTS

  • Muito interessante !!

  • Pois é, e muitos se escodem por trás da sua própria censura por mero preconceito.
    Muito boa a abordagem.
    Abraço

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