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IMAX: O NOVO MODO DE FAZER E VER CINEMA (PARTE 2)

www.hollywoodchicago.comHoje, continuaremos nossa matéria sobre IMAX (leia a 1ª parte aqui) e falaremos um pouco sobre as películas de 35 e 70 mm.
Na década de 50, foi criada a bitola 70 mm, visando melhorar a definição das imagens e som (a diferença é que, os filmes em 35 mm, podem ter duas bandas sonoras, enquanto a outra, até seis bandas sonoras) – que eram todas em 35 mm.

Na época, da ‘descoberta’, os custos eram altos, por isso seu uso ficou meio ‘estático’. Para se ter uma idéia, os filmes de 35 mm são capazes de rodar 24 fotogramas por segundo, assim filmagens com um minuto, gastariam 1440 fotogramas, por exemplo.
Já os de 70 mm, usariam o dobro de material, para fazerem exatamente a mesma coisa – daí o custo, extremamente alto.

A idéia então, foi filmar em 35 e, ao final converter o necessário para 70 mm. Mas havia outra questão: os projetores só ‘aceitavam’ o formato menor, então haveriam de trocar todos os aparelhos e a coisa tornou-se inviável e reduzido a acontecimentos maiores.

O SURGIMENTO DO IMAX

Mas em 1967, Graeme Ferguson, Roman Kroitor, Nicholas Mulders e William C. Shaw, tentaram aliar, as idéias anteriores, a um custo menor e benefícios incríveis e começava surgir o IMAX.

A primeira demonstração público, entretanto, só ocorreu em 1970, numa exposição em Osaka, no Japão.
Um ano depois, inaugura-se a primeira sala de exibição IMAX, em Toronto – que continua até hoje. No início, media 27m x 19m. Mas padronizou-se o formato para 22m x 16m.

Os grandes ‘polos’ IMAX são Canadá, Estados Unidos e Japão, e existem por volta de 320 salas espalhadas pelo mundo inteiro.

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Comentários

3 COMMENTS

  • podemos fazer troca de links sem problema … o meu link ficaria onde?

  • Seu link ja está nos "blogs apreciados"

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