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EU, ROBÔ

www.daniel-xavier.comWill Smith (‘Homens de Preto’) é o grande midas do entretenimento na atualidade. Todos os seus trabalhos são sinônimo de sucesso absoluto, de bilheterias gigantescas e de atuações, no mínimo, convincentes. Já Alex Proyas é um diretor semi-desconhecido, que tem no currículo o simpático ‘O Corvo’. Os dois se juntaram e estão à frente da ficção científica ‘Eu, Robô’.

A ambientação lembra um pouco ‘Minority Report’, mas as semelhanças param por aí. A junção entre computação gráfica e seres reais é perfeita e o roteiro redondíssimo de Akiva Goldsman (inspirado no livro de mesmo nome, escrito pelo deus da ficção científica Isaac Asimov), pode ser um pouco exagerado em certos momentos, mas os acertos extrapolam estes pequenos deslizes.

Com certas licenças em relação à obra original, a história se passa num futuro não muito distante, onde somos dependentes dos robôs para tudo. Uma nova geração destes humanóides é criada, porém algo acontece e Spooner se vê envolvido numa trama de conspiração, onde as máquinas querem exercer a superioridade sobre nós.

Os temas levantados são interessantes e mesclando isso com o carisma de Smith, fica difícil não sair da sessão com um sorriso satisfeito. Outro ponto a se destacar é a genialidade na personificação de Sonny. É de blockbusters assim que precisamos daqui para frente.

NOTA: 9,0
ORÇAMENTO: 105 Milhões de Dólares

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Comentários

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  • Já assisti e também achei muito bom, a história é interessante, os efeitos especiais são bem feitos, etc.
    Obs.: Vi o seu blog na comunidade “Eu tenho um blog” do orkut.

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