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Carros, a primeira obra descartável da Pixar

Li críticas e mais críticas dizendo o quanto Carros era magnífico, provando que John Lasseter era talentoso e sabia mesclar comédia e drama num roteiro redondinho. Talvez o defeito esteja realmente nisso. Pois acabou saindo tudo tão burocrático que faltou algo original.Carros

Sua nova obra está muitíssimo longe de ser desastrosa. A computação gráfica é estupenda, criando paisagens reais, automóveis bonitos esteticamente e sombreamentos perfeitos. Além disso, há uma trilha sonora arrebatadora.

Obviamente, o diretor dispensa apresentações, tendo em seu currículo pérolas como Toy Story. Mas, provavelmente, poderíamos ver personagens diferentes dos comuns, até porque, pelo menos um deles tem a obrigação de ser o alívio cômico, outro é rabugento e, enfim, o mocinho é um rebelde sem causa no início.

A lição de moral interessa mais aos pequenos e sobra, para nós, a parte técnica como nos sons das corridas.

Hilário mesmo é o curta metragem antes de Carros, assinado por Brad Bird e Lasseter. Sem sombra de dúvidas, o filme não supera muitas as expectativas e desanima quem está acostumado com as obras primas da Pixar.

NOTA: 5,0
ORÇAMENTO: 70 Milhões de Dólares

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