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7 filmes sobre a nudez no cinema de arte

Diferentemente dos blockbusters, que sempre tem certo pudor em suas cenas, por conta da classificação indicativa e da necessidade de chegar em mais e mais pessoas, a nudez no cinema de arte quase sempre foi algo comum e que dialoga com o roteiro. O Cinema e Pipoca lista 7 filmes que ajudaram a moldar esta máxima.

A nudez no cinema de arte

Filme japonês dirigido por Nagisa Ōshima, O Império dos Sentidos tem em seu diferencial o roteiro, que passa pelo voyeurismo ao sadomasoquismo e convida o espectador a seguir a história da protagonista, sempre com um clima pesado (as cenas de sexo foram reais). É um filme para poucos e, ainda hoje, divide opiniões. A fotografia é maravilhosa.

A nudez no cinema de arte

Calígula se transformou em um clássico, mas chocou muitos espectadores na época de seu lançamento. No decorrer do filme rolam cenas de incesto e necrofilia. Malcolm McDowell vive o protagonista, que têm um caso com a própria irmã e é casado com uma prostituta, além de organizar várias orgias e perversões sexuais em seu império. Será que se fosse lançado nos dias de hoje, haveriam grupos tentando proibi-lo de passar nos cinemas?

  • O Diabo no Corpo (1986)

A nudez no cinema de arte

Dirigido pelo italiano Marco Bellocchio, que sempre utilizou temas políticos em seus roteiros, O Diabo no Corpo ainda insere o erotismo nesta mistura. No roteiro, Giulia descobre que seu pai foi assassinado e o principal suspeito é o namorado e cai em uma depressão profunda. Apaixona-se então por Andrea e juntos começam a viver experiências sexuais das mais inesperadas.

A nudez no cinema de arte

Mais um projeto com cenas de sexo reais, Romance X chamou atenção, na época de seu lançamento, pela presença de Rocco Siffreddi, astro do pornô dos tempos do VHS. Catherine Breillat dirige o projeto, que fala sobre uma bela jovem, que vive uma série de encontros sexuais com estranhos. Tudo isso para se vingar da indiferença do marido, que a ignora sexualmente.

A nudez no cinema de arte

9 Canções tem uma fotografia meio desbotada, o que ajuda na concepção do projeto. O espectador conhecerá Matt e Lisa em meio a um show. Os dois se apaixonam e vivem um intenso relacionamento sexual entremeado por vários shows durante um ano. Diferentemente dos outros, este tem uma certa doçura e sutileza.

A nudez no cinema de arte

Coloque numa caixa arte, música, política e sexo e você terá Shortbus. Dirigido por John Cameron Mitchell, o longa fala sobre uma terapeuta de casais que nunca teve um orgasmo e seus diversos pacientes. Há muita melancolia e um roteiro fora dos moldes tradicionais de Hollywood.

A nudez no cinema de arte

Com cenas reais e bem impactantes de sexo interpretada por Willen Dafoe e Charlotte Gainsbourg, Anticristo é uma viagem incômoda aos locais mais obscuros da mente humana. O malucão do Lars Von Trier dirige a empreitada que fala sobre um casal que decide morar num local afastado de tudo e todos, após a morte acidental do filho.

E você, se incomoda com a nudez no cinema de arte? Já viu algum destes títulos? Comente conosco!

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